segunda-feira, 23 de março de 2015

Nosso campeonato...

Merecida a conquista do 1º turno pelo time lá de japé. Foi o primeiro em todos os critérios. Foi salvo pelo franco treineiro e entregador de camisas de treino, Roberto Fonseca. Ele chegou ao cumulo de jogar com o Força e Luz com três volantes, um meia e um atacante... uma a zero aperreado. Contra o Santa Cruz que teve um jogador expulso aos 23 minutos do primeiro tempo, não conseguia sequer ameaçar o gol do santinha, enfim, o Santa fez um gol, e o goleiro do santinha entregou o gol, um a um. Quando o auxiliar técnico Ademir Fesan assumiu, o time se soltou e em dois jogos do estadual fez oito gols, com mais dois da Copa do Brasil, dez em três jogos.


O ABC contratou agora um técnico que vem do Macaé, para nós desconhecido, e que deixou o time em sexto lugar. Saiu por problemas financeiros. Esperamos que aqui ele possa desenvolver um bom trabalho no segundo turno para que vençamos e partirmos para a final com o time lá de japé. Dizem que está para vir um camisa 10 e um nove, agora tem que ser daqueles que venham e assumam a responsa.

Redes sociais potencializam a divulgação de falsas informações e de difamação


Achei interessante essa matéria publicada pelo Jornal O Mossoroense...



Publicado em 22 de Março de 2015 – Jornal O Mossoroense


Descrição:  O aumento do acesso à internet e o natural desenvolvimento das mídias sociais, que agora podem ser acessadas através de smartphones e até mesmo de relógios, viabilizou um gigantesco processo de inserção social à tecnologia. O uso indevido destas mídias, porém, viabilizou que "boataria", com divulgação de informações inverídicas e até mesmo a difamação se potencializassem de forma nunca antes vista.
Um bom exemplo deste novo quadro foram os recentes acontecimentos registrados no Rio Grande do Norte, onde a crise na segurança pública do Estado ganhou proporções muito maiores do que já eram, devido à propagação de uma série de informações inverídicas e desconexas, que geraram pânico na população.
A estudante de Zootecnia da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), Mariana Ribeiro, foi uma das vítimas do compartilhamento viral de informações. Ela explica que este tipo de atitude pode parecer divertida para quem viraliza, mas é muito assustadora para as pessoas que são diretamente influenciadas.
"Eu sou estudante, portanto ando muito nas imediações da Ufersa. Quando as informações sobre uma suposta invasão das universidades começou a ser compartilhada nas redes sociais,eu fiquei muito preocupada, achei que realmente aconteceria um atentado. Depois, fui percebendo que as informações estavam desencontradas e que não tinham muito fundamento", narrou.
A especialista e pesquisadora na área de redes sociais, Izaíra Thalita, explica que a forma de comunicar foi se alterando com o passar dos anos. De acordo com ela, a boataria tem ganhado cada vez mais espaço porque as pessoas buscam atenção e credibilidade através da internet, e a corrida incessante pelo "furo jornalístico", faz com que informações inverídicas se viralizem.
"Boatos são coisas sérias, e no mundo virtual infelizmente o que chama mais a atenção é o que é mais bombástico independente de ser verídico ou não. Conter isso é muito difícil, pois o 'contraboato', ou a tentativa de se desmentir uma informação inverídica que se viraliza, nunca vai ter a mesma força e o mesmo alcance", explicou a especialista.
Izaíra, que também é assessora do Partage Shopping, comenta que o estabelecimento foi uma das vítimas da onda de boataria que se alastrou por Mossoró durante a crise do sistema penitenciário. Ele afirma que durante as rebeliões a presídios foi divulgada a informação inverídica de que criminosos planejavam invadir o shopping para cometer uma série de crimes.
"A falsa informação seria muito prejudicial às lojas do shopping, se não fosse desmentida imediatamente nas redes sociais. A assessoria saiu em campo, nos grupos e chats onde a notícia era divulgada e prontamente começamos a informar que não era verdade o que estava sendo divulgado. As consequências de uma atitude irresponsável nos deram muito trabalho", explicou.

Especialistas discutem o uso das redes sociais para "boataria"

A boataria e suas consequências sociais têm sido cada vez mais analisadas e estudadas por especialistas. Os recentes acontecimentos envolvendo informações inverídicas só reaqueceram os debates acerca dos limites da rede.
O psicólogo João Valério Alves comenta que a internet é um importante veículo para troca de informações, mas que a falta de limites da sociedade em seu uso tem provocado o que ele chama de ''sintomas da contemporaneidade'', ou mudanças de comportamento que só podem ser observadas neste atual cenário. Para ele, o mundo hoje vive uma era totalmente conectada, realidade que começou a não mais do que três anos, e factoides e inverdades fazem parte da mudança que está acontecendo.
"A internet e as redes sociais oferecem o anonimato, que é uma importante ferramenta para que deseja viralizar inverdades, difamações ou crimes, tudo isso faz parte de um novo contexto, visto na contemporaneidade. Certamente temos pessoas que se divertem, que sentem prazer em divulgar mentiras, não temos como afirmar se isso é um quadro de psicopatia ou se outra disfunção psicossocial, mas podemos afirma que a grande parte das pessoas só divulga ou repassa boatos na intenção de chamar a atenção, de ser percebida em uma realidade tão fria que é a da internet", comentou.

 


sexta-feira, 6 de março de 2015

Chuva no Nordeste

A região nordeste, a partir de Maceió, desde a noite passada chove com força. Em Recife teve transtornos gigantes inclusive com mortes. Metrô parado devido a um raio que caio na central elétrica. João Pessoa muita água, Campina Grande está com a lagoa (açude velho) transbordado, para quem conhece, a margem com tem praças, a água já chegou lá.
Aqui na grande Natal, foi muita água de manhã, muita lagoa nas ruas, carros com água até o teto. Na minha ida para o trabalho hoje de manhã, foram um hora e quinze minutos, num percurso que faço em 12 minutos.
São Tomé a notícia também foi boa de muita água. E que Deus continue a derramar água para todos os nordestinos e que acabe com o sofrimento.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Opinião sucinta

O que faz jogar o nome de uma pessoa carregada de "dejetos" no ventilador e depois de passada tal situação, não ter tempo de seu nome voltar a ficar limpo?. Com uma imprensa falada, escrita e televisada açoitando e replicando com veemência a tudo que o MP ainda vai investigar mais a fundo, a pessoa já está condenada, não tem ninguém que se segure com essa violência virtual que se pratica hoje em dia.
O caso de Henrique Alves, onde a Folha de São Paulo primeiro noticiou o apedrejamento dele, quando este postulava o governo estadual. Um locutor da 96 com grande penetração e tantos outros radialistas davam com força no então candidato. E hoje o que vi que a própria Folha de São Paulo foi a primeira a anunciar a isenção do então candidato na lava jato com o pedido de arquivamento do procurador geral da república sobre a acusação que pesava contra ele.
Um resultado de eleição dita como certa, foi mudada por esta falsa acusação. Mudou a história de nosso estado, onde todos sabiam da capacidade e influência que Henrique tinha se a frente do nosso estado fosse ficar. A eleição não pode mais ser anulada. Mas o que deveria acontecer eram esses órgãos não noticiarem e condenarem as pessoas previamente sem dar direito a legítima defesa. Porque até que você prove o contrário, a vida desta pessoa pode virar de ponta a cabeça e não ter mais retorno.
Quantos processos um MP abre? quantos são julgados procedentes e transitados em julgado? Muitas vezes existem acusações levianas feitas por pessoas incapazes de um juízo próprio, mas até que se prove o contrário...
Lamentável sob todos os aspectos.

De novo na área

Boa noite a todos. De volta depois de uma longa e tenebrosa seca.

Assisti ao jogo do ABC e Japé no domingo passado, onde o ABC teve a posse de bola em torno de 70% de posse de bola e 90% das chances de gol. Eles tiveram 2 chances e marcaram um, o ABC teve em torno de 6 chances e fez um. Inclusive duas na trave além de defesas magistrais do goleiro de lá. Mas é isso, a colocação do ABC se dá hoje não pelo jogo de domingo mas pelos empates contra o Corintians e Potiguar. O "treineiro" do ABC jogando com três volantes contra esses timinhos daqui do estado, não merece estar na cabeça. Merecido a classificação de quem se agiganta contra os pequenos e se apequena contra o maior do estado.

Hoje o ABC venceu hoje  time do Boa Vista/RJ por um a zero e gol de Leandro Amaro. Agora no dia 18 de março tem a possibilidade clara de passar de fase e começar a ganhar dinheiro e se preparar para a série B.
O time de japé perdeu de 3 a 1 para o Vitória e pelos comentários, foi melhor no jogo e não merecia esse resultado.
O Alecrim perdeu em "casa" para o Tupi por 2 a 0 e deu adeus a Copa do Brasil

Procuradoria rejeita pedido de investigação contra Henrique e Aécio

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, rejeitou o pedido de abertura de inquérito contra o ex-presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e o senador Aécio Neves (PSDB). Em recomendação ao Supremo Tribunal Federal, a procuradoria pede o arquivamento do pedido.

Henrique e Aécio teriam sido citados por representantes das empresas investigadas na operação Lava Jato. A íntegra do despacho ainda não está disponível e não é possível saber o conteúdo do pedido de inquérito. A informação sobre o pedido de arquivamento foi publicado no portal do site Folha de S. Paulo.

Já os pedidos de inquéritos contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT) e o seu marido, o ex-ministro Paulo Bernado, foram aceitos pela Procuradoria da República. De acordo com a delação premiada do doleito Alberto Youssef à Justiça, a campanha da senadora de 2010 recebeu R$ 1 milhão. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki decidirá se acata ou não o inquérito.
Fonte: Tribuna do Norte

Vejam recortes abaixo do jornal Folha de São Paulo, que inclusive diz que Henrique Alves deve assumir o Ministério do Turismo.



 

domingo, 19 de outubro de 2014

‘Mendigata’ atrai atenções de pedestres no Centro de Niterói

 

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Drama. Viciada em tíner, Jéssica vive em rua do Centro: entre os pertences, fotos da filha, roupas e bicho de pelúcia ‘Pet’<br />
Foto: Gustavo Stephan / Agência O Globo
Na noite de 15 de outubro, a capixaba Jéssica Pinto da Luz completou seu 22º aniversário. Não recebeu flores, regalos nem abraços de amigos. Moradora de rua, a jovem foi presenteada apenas com um copo d’água oferecido pelo porteiro que trabalha no edifício de número 479 da Avenida Amaral Peixoto, próximo de onde fixou residência, segundo ela, desde fevereiro. Com 1,74m, 55 quilos, olhos castanhos claros, rosto delicado e cabelos ruivos até a altura do ombro, Jéssica, com sua beleza, chama a atenção dos pedestres do bairro, que a apelidaram de “mendigata” e “Gisele Bündchen”.
— Ela é uma menina linda, inteligente e dócil, mas infelizmente está perdendo a luta contra as drogas. Torço para que consiga se libertar desse vício e possa um dia sair das ruas — deseja o porteiro José Aldir dos Santos (a quem Jéssica chama de coroa), que sempre que pode dá comida e conselhos à jovem.
O vício em tíner, como a própria admite, a fez perder a guarda da filha mais velha, em 2009. Agora, diz que luta para que o mesmo não aconteça à caçula, de 1 ano e 1 mês, que ficou com a irmã dela em Sorocaba (SP), onde morava, antes de vir para o Rio tentar um emprego.
— Meu sonho é arrumar um trabalho para poder voltar a ter uma vida normal e cuidar da minha filha — disse Jéssica, enquanto segurava um álbum de fotos da menina, que nascera prematura, aos 6 meses.
Jéssica contou que antes de optar pelas ruas de Niterói, trabalhou em Copacabana como balconista e, depois, como prostituta, época em que, diz a jovem, conseguia pagar o aluguel de um apartamento no bairro carioca.
Em nota, a prefeitura afirma que “a jovem não se encontra mais no local e está sendo acompanhada desde quinta-feira pelas equipes de assistência social e saúde”. Jéssica diz que tem passado os dias no abrigo municipal Florestan Fernandes, no Centro, e que, à noite, volta às ruas para dormir.
O Globo